Viés esquerdista da universidade brasileira é principal fator de destruição do país, diz pesquisador

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O Terça Livre ouviu ontem (7/10) o professor Marcelo Hermes Lima da UNB, um dos criadores do movimento Docentes pela Liberdade (DPL), que falou sobre o quadro caótico e deprimente do ensino superior brasileiro.

O movimento dos docentes foi fundado em 13 de maio deste ano e ganhou muita força no meio da educação. Marcelo nos contou como o movimento nasceu e se desenvolveu a partir de uma explosão orgânica, manifesta pelo interesse espontâneo dos professores universitários que varreu o país inteiro.

O professor também abordou o tema dos constrangimentos que docentes sofrem por, simplesmente, não concordarem com as ideias da esquerda política, desenhando um quadro triste de discriminação que gera prejuízos para a economia.

Das iniciativas educacionais mais alinhadas com a direita política, conseguiram destaque esta década o Escola Sem Partido (ESP) e o combate ao método Paulo Freire com base no livro do historiador brasileiro, Thomas Giuliano. Este ano o movimento dos professores fez muito barulho, influenciando inclusive decisões governamentais da gestão Bolsonaro.

De acordo com ele, a educação nos Estados Unidos também vem sofrendo defasagem na qualidade pelos mesmos motivos que nós, antecedendo o Brasil em prejuízos educacionais.

Marcelo expôs números impressionantes do impacto que o ensino superior sofreu e a consequente queda nos rankings mundiais.

Sobre assuntos recorrentes, como o orçamento, o professor foi categórico: “com apenas um quarto do orçamento na educação, o Chile está muito melhor que o Brasil“.

Confira a entrevista completa

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