Psicose Ambientalista e o “Conti do Vigário”

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Jornalista da Folha e GloboNews endossa tese de assassinato do Presidente usando a desculpa ambientalista. Insano, abjeto e criminoso.


Por Guilherme G. Villani

A psicose ambientalista ganhou contorno de psicopatia homicida no artigo – Sol negro no céu da pátria –  publicado por Mário Sérgio Conti na Folha de SP justamente na data de aniversário da tentativa de assassinato do então candidato a presidente Jair Bolsonaro.

Conti encarna o perfeito “intelektual” da esquerda. Covarde, prega aquilo que não tem coragem de praticar. E covardemente usa uma frase entre aspas de um terceiro para se proteger.

Felipe Moura Brasil já havia alertado sobre o caráter do jornalista ainda em 2016 no seu blog da Veja:

“…este senhor tão cuidadoso quanto independente quis apontar uns errinhos na biografia do mensaleiro petista José Dirceu – escrita por Octávio Cabral -, usando o expediente-padrão das esquerdas de tentar invalidar uma obra por conta de imprecisões isoladas”

“Conti não ouviu o autor nem a editora antes de escrever seu artigo, orgulhosamente reproduzido pelos blogs sujos do PT, incluindo o de José Dirceu, e no qual a apresentadora Astrid Fontenelle se baseou para declarar o best seller de Cabral um “fracasso retumbante” no programa “Saia Justa”, no momento mesmo em que ele ultrapassava a marca de 40 mil exemplares vendidos.

O artigo ainda continha essas pérolas: “Mas comete tantos erros que acaba chutando a sua própria reputação profissional”; “Em vez de trabalhar, Otávio Cabral preferiu a invencionice delirante.” A recomendação atribuída a Lenin, “Xingue-os do que você é; acuse-os do que você faz”, já estava ali sendo seguida a todo vapor pelo atual colunista do Globo e da Folha…”

O sem vergonha ainda diz que o Brasil virou um modelo de preservação ambiental graças a FHC e sobretudo Lula.

Até o momento em que escrevi este artigo, apenas o comentarista da Joven Pan e Gazeta do Povo Rodrigo Constantino teve a decência  de reprovar publicamente a coluna do psico-esquerdopata-homicida Mário Sérgio Conti.

Deixou uma pergunta indigesta aos colegas de mídia mainstream:

“Esse teor insano não incomodar os colegas de jornal deveria ser um espanto. Corporativismo ou afinidade ideológica? O fato é que parece contraditório alguém silenciar diante disso e depois cobrar postura mais decente e civilizada do bolsonarismo.“

A Folha de São Paulo se tornou um panfleto ideológico do PT e do Foro de São Paulo. O panfleto é distribuído gratuitamente para professores da rede pública de todo o país, travestido de “jornalismo”.

Esperar da mídia tradicional qualquer repúdio para tal ato é inútil. O presidente deveria tomar as medidas cabíveis previstas em lei:

Código Penal: “Art. 287 – Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime: Pena – detenção de três a seis meses, ou multa”

A psicose ambientalista

Bastou florestas tropicais no Brasil pegarem fogo – como acontece todos os anos na época seca – para o presidente francês se utilizar do expediente para criar alguma narrativa que lhe favorecesse politicamente, visto que o acordo de livre comércio EU-Mercosul vai abrir as portas da Europa para a competitiva agropecuária brasileira.

Foi suficiente para que “artistas” esbanjassem conhecimento sobre o assunto. Felizmente, o merecido deboche veio rapidamente nas redes sociais.

O debate em torno da questão ambiental no Brasil é tão surreal que  vemos um “jornalista” como Mario Sérgio Conti endossar um tal de Benjamim Kunkel que diz que a Amazônia é o pulmão do planeta. E para “salvar” o planeta, melhor matar Bolsonaro.

“Entre os grandes desastres ecológicos do século 21 está o fato de o assassino que esfaqueou Bolsonaro no peito, na companha presidencial de 2018, não ter tido sucesso em matar o homem, a despeito de a lâmina ter entrado num pulmão. Esse julgamento pode soar sanguinolento, mas qual pulmão você prefere, o do planeta ou o de Bolsonaro?”.

O pulmão humano troca oxigênio por dióxido de carbono. Não o contrário, “jênius”.

Mas fatos e evidências não importam para quem quer usar quaisquer subterfúgios para produzir uma narrativa política e até mesmo a apologia ao crime, não é mesmo Sr. Conti do Vigário?

Fontes:

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/mariosergioconti/2019/09/sol-negro-no-ceu-da-patria.shtml

http://observatoriodaimprensa.com.br/armazem-literario/_ed762_os_erros_de_dirceu/

https://www.gazetadopovo.com.br/rodrigo-constantino/artigos/se-imprensa-quer-criticar-postura-bolsonarista-e-com-razao-precisa-dar-o-exemplo/

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/03/folha-oferece-assinatura-digital-gratis-por-1-ano-a-professores-da-rede-publica-de-todo-o-pais.shtml

O Conti do Vigário – Entrevista com “falso” Felipão gera “Erramos” no Globo e na Folha. Mario Sergio Conti, catador de errinhos no livro “Dirceu”, comeu barriga de novo!

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