Polícia nota dez e salário nota zero: Coronel do Batalhão de Choque fala ao Terça Livre

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Em entrevista exclusiva ao Terça Livre o Coronel Ricardo Jacob, do Batalhão de Choque da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP), esclareceu quais são as ações específicas desta classe de soldo, contou as maiores histórias em seus anos de serviço, e clamou ao governo de São Paulo pelos salários e atendimento de saúde da PM.

Além de Coronel da Policia Militar com curso de especialização em controle de distúrbios civis, Ricardo, também é jornalista e palestrante sobre segurança pública, serve a corporação desde 1974, quando entrou aos 15 anos de idade, acumula 6 anos como tenente e capitão do Batalhão de Choque, e atualmente está na reserva.

O coronel nos explicou qual o papel do Choque na PM, o que diferencia o Choque da polícia convencional, como é a vida de um oficial do Choque e qual é a reação da bandidagem quando o Choque chega.

Primeiro vai tropa territorial, depois [Batalhão de Ações Especiais de Polícia] BAEP, por último Choque, como último recurso, o Choque vai pra resolver“, disse.

Entre os casos de vida que Jacob viveu e nos contou estão as greves de 1978-1980 no ABC Paulista, em março de 1990 no caso Adriana Caringi, que acabou falecendo na ação, e como Major da defesa Civil, a maior enchente do século passado no Vale da Ribeira em 1997, com água acima de 14,5 metros e atendimento emergencial a mais de 8.000 vítimas do desastre natural.

Confira a entrevista exclusiva:

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