Nobel de Química afirma que coronavírus não será tão fatal como se prevê: ‘Precisamos controlar o pânico’

O biofísico Michael Levitt, Nobel da Química em 2013, afirma que o surto de Covid-19 não terá efeitos tão devastadores na sociedade como aqueles que têm sido mencionados. Por isso, declarou ao “The Times”, é necessário “controlar o pânico”: “Nós vamos ficar bem”. Em janeiro, o biofísico calculou que a China controlaria o surto em…

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O biofísico Michael Levitt, Nobel da Química em 2013, afirma que o surto de Covid-19 não terá efeitos tão devastadores na sociedade como aqueles que têm sido mencionados.
Por isso, declarou ao “The Times”, é necessário “controlar o pânico”: “Nós vamos ficar bem”.
Em janeiro, o biofísico calculou que a China controlaria o surto em fevereiro e que em março já estaria a recuperar a sua economia.
Nesta semana, a economia chinesa opera a 75 por cento da sua capacidade, de acordo com dados da empresa de créditos e seguros Euler Hermes, que aponta ainda para um retorno total até final de abril.
Levitt prevê que, assim como a China, os EUA e o resto do mundo ocidental vão sair rapidamente da crise, ao contrário do que vários investigadores têm afirmado.
Michael Levitt analisa a quantidade de números de infetados que são identificados todos os dias e o valor percentual do crescimento comparativamente ao dia anterior.
Foi assim que analisou a evolução dos casos na China e previu o pico máximo do surto naquele país, e que estimou ainda que este iria terminar com cerca de 80 mil infetados e 3.250 mortes. (NIT)

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