Ministro denuncia comunismo, socialismo e esquerdismo doente que destrói a Venezuela

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Onyx: “Fuga do regime de Maduro já pode ser considerada a maior diáspora da história da América Latina”

Em discurso enfático durante assinatura do acordo de cooperação da Operação Acolhida, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, fez duras críticas ao socialismo e denunciou os estragos causados pela ditadura de Nicolás Maduro na Venezuela.


Logo no início de sua fala, ele citou Winston Churchill, que definiu o socialismo como a “filosofia do fracasso, a crença na ignorância, a pregação da inveja”, que distribui miséria ao povo.

Ainda de acordo com o ministro, muito se fala na “crise humanitária” da Venezuela. No entanto, poucos têm  coragem de dizer o que realmente acontece e destrói o país:  “O que existe na Venezuela, e causa dor em nossos irmãos venezuelanos, é o socialismo. Aliás: O comunismo, o socialismo, o esquerdismo doente. Por onde passa, só causa dor e tragédia”, frisou.

“A história da humanidade, particularmente no século XX”, enfatiza Onyx, “mostra isto à exaustão. Da Itália Fascista à Alemanha nazista, para o mundo livre; da União Soviética comunista, para a Europa ocidental; de Cuba, para os EUA; da Venezuela socialista e bolivariana, para o Brasil, hoje livre do PT e caminhando à prosperidade”.

Roraima é hoje o Estado brasileiro que mais recebe os imigrantes venezuelanos. Com isso, a população acaba enfrentando dificuldades, principalmente nos atendimentos de saúde e educação.

O ministro agradeceu e elogiou o povo de Roraima por acolher os refugiados. “Esse povo acolheu humanidade a milhares de irmãos atingidos pela fome, pela violência e pela tristeza causada por um ditador socialista. A fuga do regime de Maduro já pode ser considerada a maior diáspora da história da América Latina”, pontou.

Foro de São Paulo

Outro ponto citado pelo ministro em seu discurso foi o Foro de São Paulo.

Onyx lembrou de quando o governo, principalmente na pessoa do presidente Jair Bolsonaro, era taxado de ‘louco’ ao denunciar a existência da organização, como se falassem de algo que não existe.

De acordo com o ministro, o Foro, criado por Fidel Castro, Lula, Zé Dirceu e Hugo Chávez, tem responsabilidade na trágica situação que hoje a Venezuela enfrenta.

Ele também elogiou discurso de Bolsonaro na ONU: “Quero agradecer publicamente ao presidente pelo discurso na ONU. Como brasileiro e pai de família, senti muito orgulho de ver o presidente com a cabeça erguida falar em liberdade, democracia, soberania e, acima de tudo, defender este novo Brasil que juntos nós construímos”, disse.

“Quem não gostou, foram os de sempre: os que perderam a eleições e depois, aqueles que teimam em manter viva a chama simbolizada por aquele que míngua a sua chama numa cela da Polícia Federal em Curitiba”, acrescentou.

Operação Acolhida

A Operação Acolhida já atendeu quase meio milhão de venezuelanos. A Força Tarefa é coordenada pelo Governo Federal e pela Casa Civil e com o apoio da ONU, para oferecer assistência emergencial aos imigrantes venezuelanos que entram no Brasil fugindo do nefasto regime socialista, muitas vezes deixando para trás pais, filhos e amigos.

Na nova fase, lançada hoje (03) pelo Governo, a intenção é ampliar os atendimentos aos refugiados. Entre as principais iniciativas, estão, segundo o Palácio do Planalto:

  • Instalação de um hub de interiorização em Manaus/AM para que outra cidade brasileira também agilize e amplie a interiorização. Há grande dificuldade logística de deslocamento desde Roraima, já que o estado está localizado no extremo norte brasileiro, separado pela Floresta Amazônica do restante do país.
  • Instalação de um Posto de Triagem em Manaus/AM: já que a cidade vem recebendo um número significativo de venezuelanos e, por isso, conta com significativa demanda reprimida para documentação e atendimento.
  • Criação de um fundo para captar recursos privados: o Governo Federal está mobilizando recursos internacionais e privados para promover a sustentabilidade econômica da Operação Acolhida, de modo a desonerar os recursos governamentais e, igualmente, promover a articulação e sinergia entre as iniciativas da sociedade civil, governos e organismos internacionais no atendimento às necessidades de imigrantes e refugiados. A Fundação Banco do Brasil será responsável pela operacionalização desse fundo privado.

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