‘Em nenhum momento foi aventada a hipótese de permitir volta do imposto sindical obrigatório’, afirma Marinho

Em entrevista concedida ao Boletim da Noite do Terça Livre nesta segunda-feira (9), o Secretário Especial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia, Rogério Marinho voltou a negar que o Governo Federal planeja o retorno do Imposto Sindical. Marinho disse ter ficado espantado com a notícia veiculada pelo Antagonista também na segunda, afirmando que…

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Em entrevista concedida ao Boletim da Noite do Terça Livre nesta segunda-feira (9), o Secretário Especial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia, Rogério Marinho voltou a negar que o Governo Federal planeja o retorno do Imposto Sindical.

Marinho disse ter ficado espantado com a notícia veiculada pelo Antagonista também na segunda, afirmando que o governo teria batido o martelo e iria propor a volta do imposto sindical sob nome de “Taxa de liberdade sindical obrigatória”.

De acordo com a matéria,  o texto teria sido elaborado por membros do Grupo de Altos Estudos do Trabalho (Gaet) ligado ao Ministério da Economia e seria uma PEC, acompanhada de projeto de lei para alterações legislativas infraconstitucionais.

Pelo Twitter, o Secretário Especial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia, Rogério Marinho chamou a matéria de Fake news e disse que o Antagonista “poderia ter me ouvido e evitado ‘barriga’; fui relator da proposta que acabou com obrigatoriedade desse imposto em 2017. Essa informação não é verdadeira”, declarou.

Mas o site retrucou: “Rogério Marinho correu para o Twitter para dizer que este site publicou ‘fake news’ sobre fato de o governo estar preparando a volta do imposto sindical, sob outro nome. Disse que foi “uma barrigada”. Previsível. O Antagonista confirma tudo o que publicou. Fake news, uma ova, Marinho. Barrigada, uma ova, Marinho”.

Ao Terça Livre, o secretário declarou: “O Antagonista sabe onde me encontrar, tem meu telefone, tem tido acesso à secretaria sempre que precisa de alguma informação”.

O secretário ainda afirmou que em nenhum momento nas discussões com o Gaet foi aventada a hipótese de permitir a volta do Imposto sindical obrigatório ou qualquer outra contribuição ou imposto no mesmo sentido.

“Essa foi uma luta que nós travamos na Câmara Federal. Isso me custou o mandato de deputado federal, porque os movimentos sindicais se uniram e foram me desqualificar. Eu posso ter perdido a eleição mas não perdi minha coerência e minhas convicções”, salientou.

Rogério Marinho reforçou que não existe texto de PEC. “O que existe, de fato, é que há um grupo trabalhando. Dia  12 de dezembro nós teremos a segunda reunião com esse grupo”, explicou.

Marinho acrescentou: “Fiquei extremamente incomodado. Eu sou um secretário que posso não fazer barulho, mas tenho convicções e sou transparente. Não posso abrir mão do que acredito. O imposto sindical obrigatório foi, ao longo de muito tempo, fonte de corrupção e não seria eu a propor a volta deste famigerado imposto”.

Quem também negou que o governo prepara a volta do imposto foi o presidente Jair Bolsonaro:

– Não procede a notícia de que o nosso Governo se prepara para a volta do Imposto Sindical. O que existe na Câmara é a PEC-136 (de autoria de parlamentares), essa sim com o objetvo de criar, na Constituição, tal imposto.

— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) December 10, 2019

Confira a entrevista do secretário ao Terça Livre na íntegra:

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