Com falha do WhatsApp, PGR tenta proteger membros da Lava Jato de espionagem

0
44
com-falha-do-whatsapp-pgr-tenta-proteger-membros-da-lava-jato-de-espionagem
Tudo sobre

- 191600 - Com falha do WhatsApp, PGR tenta proteger membros da Lava Jato de espionagem

WhatsApp




- 630 - Com falha do WhatsApp, PGR tenta proteger membros da Lava Jato de espionagem

Saiba tudo sobre WhatsApp

Ver mais


Depois de um ciberataque a usuários do WhatsApp, a Procuradoria-Geral da República decidiu instaurar uma investigação para acompanhar possíveis tentativas de ataques a membros do Ministério Público Federal, com atenção especial a procuradores da Lava Jato do Rio de Janeiro e do Paraná.

O pedido foi realizado pela procuradora-geral Raquel Dodge na terça-feira (14) – a brecha de segurança poderia instalar em dispositivos um software de espionagem remoto, colocando em risco investigações e informações confidenciais. Em reportagem, o Financial Times ainda descreveu como a brecha permitia a instalação de códigos maliciosos por meio de chamadas de voz.

O WhatsApp sabia da falha e a corrigiu em 10 de maio, uma semana antes da reportagem do Financial Times. O aplicativo aponta uma empresa privada de Israel como a responsável pelo ciberataque.

Participe do nosso Grupo de Cupons e Descontos no Whatsapp e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.
- 38790 - Com falha do WhatsApp, PGR tenta proteger membros da Lava Jato de espionagem
Brecha de segurança do WhatsApp permitiu espionagem de smartphones

No despacho que determinou a abertura do processo, a PGR destacou informações recebidas por integrantes da Lava Jato, que enfatizavam que os ataques noticiados são graves e poderiam comprometer diversas apurações em curso.

A Procuradoria-Geral da República decidiu deixar nas mãos da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic) o diagnóstico de eventuais ataques. O órgão também deverá resolver os problemas detectados.

Desde a semana passada, a Setic tem reforçado medidas para garantir a segurança de aplicativos como WhatsApp e Telegram em celulares institucionais. Nos casos em que foi verificada a tentativa de ataque, os usuários recebiam ligações do próprio número, algo que era viabilizado pelo uso de aplicativos específicos. Para ampliar a segurança de parlamentares, a Setic também acionou as operadoras de telefonia.

A Setic ressalta que a brecha de segurança permitiu o roubo de identidade e o sequestro de contas do próprio WhatsApp e também do Telegram. O órgão ainda aponta que, quando os aplicativos de mensagens eram comprometidos, os contatos daquele dispositivo se tornavam as próximas vítimas.

Fonte: Ministério Público Federal

Gostou dessa matéria?

Inscreva seu email no Canaltech para receber atualizações diárias com as últimas notícias do mundo da tecnologia.