Calem a boca de quem critica o nunca leu

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“Nem o governo soviético lançou tantos ataques simultâneos a qualquer escritor dissidente”, diz Olavo

O Brasil é a terra da inveja em forma de crítica, na melhor das hipóteses. Ninguém fez, ninguém faz e ninguém fará nada, mas se alguém resolver virar um bom presidente, criar um meio de comunicação sério e dar um curso de filosofia cujos frutos são brilhantes e notáveis, uma corja de difamadores se levanta pedindo a cabeça de todos os que ousaram fazer o bem pelo país.

Quando essa corja não pede a cabeça dos bons – acreditando em um ótimo etéreo ou mesmo inexistente -, faz de tudo para que nenhum dos bons possa fazer algo que beneficiará a população. A alegação é sempre a mesma: Não são divinos. Para essa trupe criminosa a ausência de divindade é um pecado gravíssimo que precisa ser expurgado. Afinal, onde já se viu fazer coisas boas e até excelentes, não é?

A mídia está tentando fazendo fazer com o Prof. Olavo de Carvalho o que ela fez com Carlos Lacerda, Gustavo Corção e com o próprio Olavo: tornar a quantidade uma qualidade. Multiplicar o número de críticas vazias a fim de que essas críticas jamais possam ser respondidas uma a uma, devido ao volume de difamações.

Disse o filósofo em suas redes sociais:

Com tempo e calma, posso derrubar, uma a uma, todas as cretinices e invencionices que circulam a meu respeito. POR ISSO MESMO elas são postas em circulação TODAS AO MESMO TEMPO E EM QUANTIDADE INABARCÁVEL. Num confronto um a um, o analfabetismo funcional é a maior das fraquezas, mas, multiplicado pelo número de vozes numa gritaria infernal, ele cria uma barreira de malentendidos que nunca mais pode ser desfeita.