Adúlteros expostos: hackers vazam 36 milhões de contas no AshleyMadison

(SÃO PAULO) – Hackers que dizem ter roubado dados do AshleyMadison.com, um site que facilita encontros entre prováveis adúlteros, divulgaram informações que segundo eles incluem detalhes de mais de 36 milhões de contas de usuários. Os vazamentos divulgados parecem ser “legítimos” e incluem nomes completos, endereços de e-mail, dados parciais de cartões de crédito e…

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Hacker - Bloomberg adúlteros expostos: hackers vazam 36 milhões de contas no ashleymadison - 19085 2 EL - Adúlteros expostos: hackers vazam 36 milhões de contas no AshleyMadison

(SÃO PAULO) – Hackers que dizem ter roubado dados do AshleyMadison.com, um site que facilita encontros entre prováveis adúlteros, divulgaram informações que segundo eles incluem detalhes de mais de 36 milhões de contas de usuários.

Os vazamentos divulgados parecem ser “legítimos” e incluem nomes completos, endereços de e-mail, dados parciais de cartões de crédito e preferências para encontros, de acordo com Robert Graham, disse o CEO da Errata Security, firma de pesquisa em Atlanta.

“São dados que podem revelar usuários sérios”, disse Graham em uma postagem de blog. “Eu verifiquei diversos usuários do site”.

Os hackers, que se apelidaram de “Impact Team”, lançaram um arquivo do tipo “leia-me” com os dados que diz que divulgaram as informações porque o AshleyMadison não foi retirado do ar, como demandaram quando disseram ter obtido as informações no mês passado.

“Encontrou alguém que conhece nessa lista? Lembre-se que o site possui milhares de perfis femininos falsos”, dizia a nota. “Há chances de seu marido ter entrado no maior site de traições do mundo, mas nunca tenha conseguido realmente ter um caso. Se é que essa distinção importa”.

A Avid Life Media Inc, companhia canadense que opera o site, disse no mês passado que está “monitorando e investigando a situação para determinar a validade” da informação e afirmou que fará o possível para apagar esses dados da internet.

Isso pode ser difícil, já que os links para download se proliferaram através da web. As informações agora estão disponíveis via tecnologia BitTorrent, o que significa que está “realmente acessível e não irá desaparecer”, disse Wulf Bolte, diretor de tecnologia na companhia de segurança móvel mediaTest digital.

Por Stefan Nicola e Kristen Schweizer

Traduzido por Paula Zogbi

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