A questão da liberdade no cinema: nem financiamento público, nem coletivo

O Terça Livre ouviu nesta segunda-feira (18/11), o cineasta brasileiro Daniel Moreno, que veio nos falar sobre financiamento de obras para o cinema e a legitimidade do conteúdo e relação a quem paga a conta, e também a relação da indústria brasileira da sétima arte com o público final. Daniel nos trouxe uma perspectiva diferente…

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O Terça Livre ouviu nesta segunda-feira (18/11), o cineasta brasileiro Daniel Moreno, que veio nos falar sobre financiamento de obras para o cinema e a legitimidade do conteúdo e relação a quem paga a conta, e também a relação da indústria brasileira da sétima arte com o público final.

Daniel nos trouxe uma perspectiva diferente do que o debate público está acostumado. Para além da dialética tradicional que se divide entre duas opções únicas com financiamento público ou coletivo, o famoso ‘crowdfunding‘, o cineasta procurou demonstrar as vantagens do financiamento privado. Sim, pago com dinheiro do próprio bolso.

Moreno, que já produziu mais que uma obra, com destaque para o impactante Silenciados (2016), ressaltou o valor da liberdade ao fazer o sacrifício de custear as próprias produções.

Além disso, adentrando o tema da legitimidade da obra entregue, o cineasta procurou expor os motivos pelos quais a indústria nacional não produz de fato obras áudio-visuais capazes de criar identidade no público geral e atraí-lo para as salas de cinema dispostas no país afora.

Confira a análise completa

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