sexta-feira,23 agosto, 2019
Início Site

Governo investiga denúncias de incêndios criminosos na Floresta Amazônica

0
governo-investiga-denuncias-de-incendios-criminosos-na-floresta-amazonica

O presidente Jair Bolsonaro tem recebido denúncias de que incêndios criminosos na Floresta Amazônica podem ter sido causados em reação à suspensão de repasses para organizações não governamentais (ONGs) e também de verbas de países para o Fundo Amazônia, projeto de cooperação internacional para preservação da floresta.

A afirmação foi feita pelo porta-voz do governo, Rêgo Barros em pronunciamento ontem (21). “O presidente tem a percepção de que essas queimadas podem estar sendo realizadas em represália a esses prejuízos por parte das organizações não governamentais. Algumas denúncias desses atos já foram apontadas em algumas regiões“, afirmou ele.

O porta-voz também falou sobre a opinião pública estar sendo equivocada com relação às ações do governo. “O Ministério do Meio Ambiente vem atuando, vem se fazendo presente, o ministro hoje mesmo, após ir a um evento um evento realizado em determinado estado, viajou para a região [do Mato Grosso] para, in loco, liderar pela percepção, pela análise do ambiente operacional, para ver o que possa ser feito, em ajuda aos brigadistas daquela área, por parte do governo federal”.

Como noticiado pelo Terça Livre, o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, sobrevoou ontem à tarde algumas regiões de Mato Grosso para acompanhar o combate a queimadas no estado. Segundo o ministro, a maior parte dos focos de incêndio está localizada na área urbana. Salles destacou que, dos 10 mil hectares de área que foram queimados, cerca de 3 mil estão localizados na Chapada dos Guimarães.

Hoje, o presidente Bolsonaro voltou a dizer que as queimadas na Amazônia são criminosas e que organizações não governamentais. “Pode ser fazendeiro, pode, todo mundo é suspeito, mas a maior suspeita vem de ONGs”, disse, ao deixar o Palácio da Alvorada na manhã desta quinta-feira.

O presidente ressaltou que o governo está investigando o crime, mas que não existem provas de quem está provocando as queimadas. “A Amazônia é maior do que a Europa, como vai combater incêndio criminosos nessa área? E é criminoso, mas você não vai pegar quem está tacando fogo lá, só se for em flagrante”, disse. “É um indício fortíssimo de que são ONGs. Não se tem prova disso, se vocês não pegar em flagrante quem está queimando e buscar quem mandou”, completou.

- ban livraria2019 - Governo investiga denúncias de incêndios criminosos na Floresta Amazônica

LUIS MIRANDA: Representado na Procuradoria Geral da República

0
luis-miranda:-representado-na-procuradoria-geral-da-republica

O documento que foi representado no dia no dia 03 de julho de 2019 na Procuradoria Geral da República, foi endereçado para a Procuradora Raquel Dodge, e traz informações graves que envolvem inúmeras denúncias de vítimas, improbidade administrativa, investidores lesados, advogado ofendido, utilização de assessores parlamentares em atividades pessoais, compradores lesados.

A UNIÃO DE DEFESA DA CIDADANIA E COMBATE À CORRUPÇÃO, apresentou através da líder Giselle Sousa, mais uma denúncia contra o parlamentar Luis Cláudio Fernandes Miranda, deputado federal pelo DEM – DF.

LEIA NA ÍNTEGRA O DOCUMENTO DESSA DENÚNCIA:

https://drive.google.com/file/d/1zbsiFcsB5ODRxuDMQIMdnOtFQa1YM4-O/view

- ban livraria2019 - LUIS MIRANDA: Representado na Procuradoria Geral da República

Ibama publica edital para contratar empresa que monitore desmatamento

0
ibama-publica-edital-para-contratar-empresa-que-monitore-desmatamento

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) lançou nesta quarta-feira (22) edital de chamamento público para empresas especializadas no fornecimento diário por imagens de satélites de alta resolução espacial para geração de alertas diários de indícios de desmatamento.

O documento, assinado pelo diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Olivaldi Alves Borges de Azevedo, diz que a medida justifica-se pela “busca de uma solução viável e operacional para atuação mais eficiente, eficaz, efetiva e com maior celeridade na gestão das ações de fiscalização ambiental no combate ao desmatamento ilegal e exploração florestal seletiva ilegal na região Amazônica”.

Ainda segundo o edital, o Ibama, por mor meio de sua Diretoria de Proteção (Dipro), quer “combater o desmatamento ilegal na Amazônia Legal de forma preventiva ou, no mínimo, contemporânea, para que seja possível interromper a ação criminosa, viabilizando uma atuação mais expedita e não permitindo a evolução e consolidação da ocorrência do ilícito”.

Por isso, para o Instituto, “faz-se necessário obter alertas de desmatamento diários das áreas mais críticas na Amazônia, em uma área pré-determinada de aproximadamente de 1 milhão de quilômetros quadrados, distribuídos a leste dos estados do Acre e Rondônia, norte de Rondônia e Mato Grosso, sul do estado do Amazonas e meio norte do estado do Pará”.

- ban livraria2019 - Ibama publica edital para contratar empresa que monitore desmatamento

Karol Eller comenta o caso da Amazônia

0
karol-eller-comenta-o-caso-da-amazonia

O p/t é uma escuridão de endoidecer qualquer doido !

Eu decidi que, quando me vejo no escuro faço questão de acender uma lâmpada!

Acende a luz!.

¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨

Estadista querido, DR. JUSCELINO KUBITSCHEK DE OLIVEIRA, nossas preces.

GRATIDÃO!

( 22 Agosto -data falecimento).

Embaixador brasileiro defende liberdade religiosa na ONU

0
embaixador-brasileiro-defende-liberdade-religiosa-na-onu

Nestor Forster agradeceu Polônia e destacou ministros brasileiros como defensores da liberdade religiosa

O embaixador brasileiro nos Estados Unidos, Nestor Forster, falou hoje (22/8) ao Conselho Económico e Social das Nações Unidas (ECOSOC) sobre a importância da liberdade religiosa no mundo.

Forster agradeceu ao governo da Polônia destacando o Ministro das Relações Exteriores Jacek Czaputowicz, pela organização da sessão e por levar a questão da perseguição religiosa à atenção do Conselho de Segurança da ONU.

Ele destacou que a “liberdade religiosa está na base das políticas públicas promovidas pela administração do presidente Jair Bolsonaro“, lembrou o trabalho do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos do Brasil, Damares Alves, alinhados com a mesma agenda.

ECOSOC, 22/08/2019 10-13h
Intervenção do enviado especial do Brasil
Embaixador Nestor Forster Jr.

Quero agradecer ao Governo da Polônia, e especialmente ao Ministro das Relações Exteriores Jacek Czaputowicz, pela organização desta sessão e por levar a questão da perseguição religiosa à atenção do Conselho de Segurança. O Brasil reconhece o polonês como um exemplo de um povo que lutou bravamente pela liberdade contra os regimes totalitários. Os brasileiros acreditam que não há melhor maneira de preservar a paz e a segurança do que protegendo e promovendo um dos valores humanos mais fundamentais: a liberdade religiosa.

Parece que é hora de nós, como nações que nos unimos no passado lutar contra a tirania e proteger a liberdade, voltarmos aos princípios e ideais centrais que forjaram esta organização, consagrando o respeito universal pelos direitos humanos e combatendo a violência e perseguição baseada em religião. crença.

Todos nós devemos estar cientes das vidas de todos aqueles que já foram perseguidos e punidos por professarem sua fé, por exercerem sua liberdade religiosa. Embora isso possa parecer uma dor distante, não devemos esquecer que ódio, intolerância e preconceito infelizmente ainda são a norma – não a exceção – em muitos lugares ao redor do mundo. Como testemunhamos o terrível destino dos cristãos yazidis ou dos muçulmanos Rohingya, assim como a destruição de igrejas e locais históricos em muitos países, o Brasil observa com grande preocupação a perseguição, discriminação e violência contra os cristãos em todo o mundo.

A liberdade religiosa está na base das políticas públicas promovidas pela administração do presidente Jair Bolsonaro no Brasil. O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, defendeu com veemência a liberdade de religião e expressou as preocupações dos cristãos brasileiros, tanto católicos quanto evangélicos, com a perseguição e discriminação dos cristãos em seus muitos disfarces. Este compromisso renovado de colocar a religião em seu devido lugar na praça pública nos levou a integrar o grupo de países que proclamaram este dia, 22 de agosto, como o Dia Internacional em Comemoração das Vítimas de Atos de Violência Baseada na Religião ou Crença.

Há um mês, na Segunda Reunião Ministerial para o Avanço da Liberdade Religiosa, em Washington DC, a Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos do Brasil, Damares Alves, anunciou a criação de um novo Comitê Nacional de Liberdade Religiosa e Crença, bem como medidas continuar a garantir o pleno exercício da liberdade religiosa em nosso país.

O governo brasileiro entende que não é suficiente defender a liberdade religiosa e a adoração em abstrato. Também é necessário assegurar que a fé desfrute da liberdade de expressão. Por esta razão, continuamos profundamente preocupados com os contínuos atos de intolerância e violência baseados na religião ou crença, e as restrições impostas por alguns países ao livre exercício da religião, seja sob um pretexto religioso ou baseado na ideologia ateu. Tanto os governos quanto os líderes religiosos devem desempenhar seus respectivos papéis no combate ao ódio religioso e na repúdio às leis que restringem a liberdade religiosa.

Deixem-me encerrar lembrando o que um bispo norte-africano disse há mais de 1600 anos: “Fizeste para ti, Senhor, e nosso coração está inquieto até que descanse em Ti.

Esperemos e rezemos para que o estabelecimento desta data especial para recordar as vítimas da perseguição religiosa contribua para eliminar o fanatismo e a intolerância que tornam tão difícil para muitas pessoas encontrar o descanso para os corações pregados por Santo Agostinho na Igreja.

Muito obrigado! Deus abençoe!

- ban livraria2019 - Embaixador brasileiro defende liberdade religiosa na ONU

Ministérios unem esforços para combater pirataria no Brasil

0
ministerios-unem-esforcos-para-combater-pirataria-no-brasil

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro e o ministro da Cidadania, Osmar Terra, assinaram ontem, quarta-feira (21) o protocolo de intenções para reforçar as medidas de combate à pirataria e crimes contra a propriedade intelectual.

De acordo com Moro, o caminho reside em parcerias principalmente com o setor privado. O objetivo é unir esforços  com ações efetivas e aplicação de políticas públicas que visem à queda nos índices destes crimes.

Uma das ações, segundo informou o MJSP, é a integração entre o trabalho da Secretaria de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual (SDAPI), do Ministério da Cidadania e do CNPC – Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual (MJSP) para elaborar diretrizes para a formulação do plano nacional de combate à pirataria e aos delitos contra a propriedade intelectual.

Contrabando

48595156157_7a6616704a_h.jpg  - 48595156157 7a6616704a h - Ministérios unem esforços para combater pirataria no Brasil

Sergio Moro aproveitou para elogiar o trabalho integrado das forças de segurança nas fronteiras para combater entrada de drogas, armas e cigarros contrabandeados. Ele citou como exemplo a Operação Hórus, apoiada pela Secretaria de Operações Integradas (Seopi), que tem apresentado resultados expressivos.

“Acho que nunca se apreendeu tanto cigarro contrabandeado e também se impediu que esses produtos entrassem. Essa ação permanente tem o efeito de prevenção, então de certa forma é também uma proteção contra pirataria, e aos direitos de propriedade intelectual, temos que aprofundar mais isso e o melhor fórum para discussão e proposição para medidas dessa espécie é o CNPC”, afirmou Moro.

Preservação da propriedade intelectual

Osmar Terra frisou a preocupação com a propriedade intelectual, pois estão em jogo a valorização da arte da cultura e a produção intelectual brasileira.

“Se não tivermos uma maneira efetiva de enfrentar essa questão, nós vamos perder muito da criatividade, da arte, da música, do cinema, em todas as áreas nós vamos ter perdas substanciais e deixar de estimular a produção artística”.

Fica então a cargo dos órgãos citados realizar estudos para desenvolver metas específicas, identificar pontos críticos a serem trabalhados, desenhar ações, elaborar um plano de trabalho e cronograma de execução. Compete especialmente ao Ministério da Cidadania desenvolver ações relacionadas à conscientização acerca do combate à pirataria e à proteção aos direito autorais, além de, apoiar ações do MJSP, responsável por ações estratégicas de fiscalização e investigação das infrações aos direitos autorais.

- ban livraria2019 - Ministérios unem esforços para combater pirataria no Brasil

Justiça determina intervenção nas empresas de ônibus do Rio

0
justica-determina-intervencao-nas-empresas-de-onibus-do-rio

Agência Brasil

Medida visa cumprir meta de climatizar frota até setembro de 2020

A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinou nesta quarta-feira (21/8) que a prefeitura do Rio faça intervenção parcial no contrato de concessão dos ônibus urbanos do município.

De acordo com a decisão, a medida é necessária para que a administração municipal possa implementar o processo de climatização total da frota. A prefeitura já tinha concordado, nos autos do processo, que é viável que a frota de ônibus urbanos da capital esteja totalmente climatizada até 30 de setembro do ano que vem.

A decisão diz “que o município do Rio vem adotando postura marcada pela omissão e pela leniência no trato da questão. O juízo destacou que a falta de ação concreta tem contribuído para que sucessivos adiamentos das metas ocorram, causando prejuízo à população”.

O Ministério Público do Rio de Janeiro, que entrou com o pedido contra o recurso da prefeitura, informou que “ao rejeitar o recurso interposto pela prefeitura, a 2ª Câmara Cível determinou a adoção de medidas que garantam a autoridade das decisões judiciais já ratificadas sobre o caso, em especial a que homologou acordo com o MPRJ para climatizar integralmente a frota de ônibus do município até o final de 2016”. A decisão não foi cumprida pela prefeitura, que entrou com recursos contra a medida na Justiça.

Além da climatização, a intervenção parcial da prefeitura também prevê medidas para o aumento do controle e da eficiência no planejamento e gestão dos serviços prestados pelos consórcios de ônibus. O interventor nomeado pela prefeitura deverá ter acesso aos dados relativos às receitas e despesas do setor, composto por 36 empresas e os consórcios Intersul, Internorte, Transcarioca e Santa Cruz.

A decisão confirma que o prefeito, a Secretaria Municipal de Transportes e o interventor nomeado também deverão apresentar ao Juízo avaliação da atual condição econômico-financeira das empresas consorciadas.

A prefeitura do Rio  informou, por meio de nota, que a Procuradoria Geral do Município ainda não foi notificada da decisão.

- ban livraria2019 - Justiça determina intervenção nas empresas de ônibus do Rio

Ministro do Meio Ambiente diz que seca e calor ampliam queimadas

0
ministro-do-meio-ambiente-diz-que-seca-e-calor-ampliam-queimadas

Agência Brasil

Ricardo Salles sobrevoou áreas atingidas pelas chamas em Mato Grosso

O ministro do Meio Ambiente (MMA), Ricardo Salles, sobrevoou ontem (21/8) à tarde algumas regiões de Mato Grosso para acompanhar o combate a queimadas no estado. Segundo o ministro, a maior parte dos focos de incêndio está localizada na área urbana. Salles destacou que, dos 10 mil hectares de área que foram queimados, cerca de 3 mil estão localizados na Chapada dos Guimarães.

Segundo o ministro, o governo federal apoiar todos os estados que precisarem de reforços federais em função das queimadas. Mais de mil brigadistas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio ) estão atuando para conter as chamas em regiões críticas.

Salles destacou que o que ele verificou foi que a maior parte dos focos de incêndio é proposital, em áreas de concentração de lixo, o que é “muito ruim”. “A maior concentração de focos aqui na região está em perímetro urbano, (…) razão pela qual essa concentração de fumaça na cidade.”

Apenas na Chapada dos Guimarães, segundo o ministro, atuam 69 brigadistas do Ibama e mais de 20 membros do Corpo de Bombeiros do Estado de Mato Grosso. O fogo teria se proliferado muito rapidamente, em apenas um dia, em razão do calor, da baixa umidade e do vento forte, de acordo com o ministro.

Em entrevista à imprensa em Cuiabá, Salles destacou que o agronegócio brasileiro é um exemplo de sustentabilidade, utiliza as melhores práticas, mas nem por isso “está imune a riscos”.  De acordo com ele, não houve redução de recursos para a contenção de incêndios florestais. “Não há corte na destinação final de recursos de trabalho de incêndio, tanto que estamos com o mesmo número de brigadistas, trabalhando da mesma forma“, afirmou. “Agora é um clima que está mais seco, mais quente, com mais vento, e isso propicia uma propagação maior dos focos”, acrescentou.

O ministro esteve acompanhado do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes. Ricardo Salles deve visitar outros estados a partir da próxima semana para monitorar as queimadas e o desmatamento ilegal.

Combate ao fogo

Nesta quarta-feira, o presidente Jair Bolsonaro destacou que as equipes ICMBio e Ibama estão atuando na Amazônia contra as queimadas e que as Forças Armadas devem reforçar o combate com as equipes locais, assim como a Força Nacional deve enviar 40 homens para a região. Para o presidente, o aumento de queimadas registrado nos últimos dias na Amazônia pode ser resultado de ação criminosa.

É um crime, o governo não está insensível para isso. Mas temos uma guerra acontecendo no mundo contra o Brasil, a guerra da informação”, disse, ressaltando que o governo vai investigar os responsáveis por esse crime.

- ban livraria2019 - Ministro do Meio Ambiente diz que seca e calor ampliam queimadas

Federais quebram o esquema do tráfico em Curitiba e apreendem 276 quilos de cocaína

0
federais-quebram-o-esquema-do-trafico-em-curitiba-e-apreendem-276-quilos-de-cocaina

Embarcação era transportada por um caminhão-cegonha, abordado na noite de ontem (20/8) em Balsa Nova, na Grande Curitiba

Equipes da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreenderam 276,6 quilos de cocaína na noite desta terça-feira (20/8) em Balsa Nova, na região metropolitana de Curitiba.

A droga estava escondida dentro de um barco, que era transportado em um caminhão-cegonha. Os agentes da PF e da PRF abordaram o veículo por volta de 19h30, em frente à Unidade Operacional São Luiz do Purunã, na BR-277.

Durante a fiscalização, os policiais estranharam inicialmente o fato de a nota fiscal do barco, ainda aparentemente sem uso, ter sido emitida havia três meses. Após constatar que o peso da embarcação parecia acima do normal, os policiais decidiram fazer uma verificação minuciosa, quando a cocaína foi descoberta. A droga estava distribuída em 255 tabletes.

O motorista do caminhão disse que pegou o barco em Cascavel e o deixaria em Curitiba. Ele alegou desconhecer a existência do entorpecente.

O crime de tráfico de drogas tem pena prevista de cinco a 15 anos de prisão. A ocorrência foi encaminhada para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

No Twitter, o ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, elogiou as ações policiais e anunciou abertura de concursos para o ano que vem.

PF e PRF estão trabalhando a todo vapor. Nunca se apreendeu tanta cocaína ou se combateu tão duramente o crime organizado. No próximo ano, com os concursos ampliados por decisao do PR @jairbolsonaro , serão fortalecidas e farão ainda mais e melhor. https://t.co/vfPSe30x8h

— Sergio Moro (@SF_Moro) August 21, 2019

 * Fonte: Polícia Rodoviária Federal

- ban livraria2019 - Federais quebram o esquema do tráfico em Curitiba e apreendem 276 quilos de cocaína

Grupo antissemita ameaça e Universidade de Pernambuco cancela evento

0
grupo-antissemita-ameaca-e-universidade-de-pernambuco-cancela-evento

A Universidade de Pernambuco (UPE) cancelou hoje (21/8), um evento sobre questões de paz entre israelenses e palestinos no Oriente Médio, por “motivos de força maior“. A instituição teria recebido ameaças de um grupo muçulmano e pró-Palestina.

O evento seria realizado amanhã (22/8) sob o título “Dilemas no processo de paz entre Israelenses e Palestinos“, na universidade, com palestra do cientista político judeu, André Lajst, diretor executivo da StandWithUs Brasil, uma organização educacional.

Karl Schurster, assistente internacional da universidade estadual e moderador do debate, teria recebido ameaças desde as 8h00 por telefone da Associação Pró-Palestina e Muçulmana de Recife, contra ele, o palestrante judeu e a universidade.

Pessoal, um desabafo.

Na próxima quinta haveria uma palestra na UPE sobre os dilemas no processo de paz no oriente médio. Estava vindo um professor brasileiro-israelense trazido pela associação israelita de Pernambuco. Me procuraram para moderar a palestra que seria realizada em nosso auditório. Fizemos divulgação e tudo que vocês já conhecem.

Pois bem, hoje final do dia tive que cancelar o evento por motivo de segurança. Desde as 8hs da manhã a Associação pro Palestina e mulçumana de Recife (nem sabia que isso existia) me telefonou de forma dura e grosseira ameaçando a mim, ao palestrante e a universidade.“, escreveu Schurster.

universidade federal de pernambuco  - universidade federal de pernambuco - Grupo antissemita ameaça e Universidade de Pernambuco cancela evento

As 7 horas da manhã de ontem (20/8), a Aliança Palestina – Recife publicou uma nota na página oficial de grupo no Facebook repudiando a realização do evento pela universidade, sob a alegação de que a palestra não contaria com um representante dos interesses palestinos e cobrando que a universidade adote uma postura contra o governo Bolsonaro.

Nota de Repúdio

Causa-nos bastante estranheza e perplexidade o fato de a Universidade de Pernambuco (UPE), um ambiente que a princípio deveria servir de espaço para o debate democrático das ideias e para a pluralidade de opiniões, promover palestra sobre “os dilemas no processo de paz entre israelenses e palestinos” e anunciar como palestrante único um representante do movimento sionista que notadamente manifesta posições radicias e extremistas sobre o assunto, que nada contribuem para os avanços no processo de paz no Oriente Médio.

Preocupa-nos ainda esse tipo de postura no momento atual, uma vez que as universidades – e a educação pública de uma maneira geral – se encontram sob fortes ataques do governo federal, com cortes orçamentários em diversos segmentos e a já anunciada suspensão do pagamento das bolsas do CNPQ.

Num momento tão delicado como esse a universidade tem a obrigação de servir como pólo de irradiação de valores democráticos e como palco de resistência ao projeto de sucateamento do ensino público, universal e gratuito.

Ademais, tratando especificamente da Questão Palestina, debater tema tão complexo sem a perspectiva de se ouvir os dois lados interessados, contribui-se para o açodamento das relações e, sobretudo, para a perpetuação da visão hegemônica sionista.

Nesse sentido, a Aliança Palestina Recife manifesta preocupação com tal postura e repudia a promoção desse evento em ambiente acadêmico onde deveria prevalecer o pensamento crítico, a liberdade de expressão e a diversidade de opiniões.


O palestrante da StandWithUs Brasil, André Lajst, respondeu a nota em vídeo no perfil oficial dele no Facebook, convidando-os ao evento e propondo debate, além de rechaçar as acusações feitas contra ele.

Confira

No perfil dele no Facebook, o cientista político escreveu um desabafo acusando a universidade de censura e pontuando uma postura covarde diante do patrulhamento de grupos extremistas que teriam se servido de chantagens.

Confira a nota na íntegra

Desabafo sobre o patrulhamento na Universidade de Pernambuco (PE):

Meu nome é André Lajst, neto de Chaim Lajst, sobrevivente do Holocausto. Meus bisavós, tio-avós e outros parentes foram assassinados pelo maior genocídio da história da humanidade. Diante do mais recente evento de censura sofrido por mim, não vejo outra alternativa, senão compartilhar esta nota:

Estava prevista para esta quinta-feira, dia 22 de agosto, a palestra “Os dilemas no processo de paz entre israelenses e palestinos”, a ser ministrada por mim. Há um mês o evento estava agendado e anunciado, os materiais impressos a serem distribuídos para os alunos foram enviados com grande antecedência a Recife e todas as providências ligadas ao meu deslocamento até a cidade já haviam sido tomadas. Apesar do acordo com a universidade e do empenho da StandWithUs Brasil em oferecer o melhor evento possível aos alunos da instituição, a reitoria cancelou a palestra, cedendo aos apelos de grupos radicais.

Sou cientista político, doutorando na história do processo de paz e no conflito palestino israelense pela universidade de Córdoba, na Espanha e já palestrei sobre esse tema mais de 500 vezes em diversos estados brasileiros.

Milhares de alunos universitários e do ensino médio,público e privado, assistiram minhas aulas sobre temas relacionados ao Oriente Médio. Jamais fui acusado de racismo, preconceito, radicalização ou apologia ao crime ou ações contra civis. Ao contrário, sou uma pessoa que, pela minha formação e histórico familiar, acredita na ciência da política, da diplomacia e das negociações para atingir a paz, no Oriente Médio e em qualquer lugar do mundo.

Frequentemente eu e os outros membros da StandWithUs Brasil enfrentamos uma enorme dificuldade em articular palestras e seminários em universidades estaduais e federais no Brasil. Diferentemente das universidades privadas, que buscam ativamente por nosso conteúdo, as Universidades públicas possuem um muro de resistência.

Em alguns casos, por ignorância dos tomadores de decisão. Eles têm medo da militância extremista de alguns estudantes dentro da universidade, que tudo podem e tudo fazem para impedir a liberdade de expressão e a pluralidade de ideias. Em outro casos, é antissemitismo ou judeofobia traduzida como preconceito contra Israel, o movimento nacional judaico, o sionismo, este, frequentemente deturpado em algo que não é, afim de deslegitima-lo.

O cancelamento da minha palestra na Universidade de Pernambuco me assusta e me preocupa, pois, como brasileiro, desejo que a educação no meu país seja sempre a melhor possível. Após termos visto a nota de repúdio da Aliança Palestina – Recife, que não é uma organização formal e nem representa os palestinos no Brasil, segundo eles mesmo, fizemos o contrário que normalmente as organizações palestinas no Brasil fazem: abrimos o nosso evento acadêmico para a participação de uma entidade com visões antagônicas às nossas, mostrando nosso apreço pela pluralidade, respeito e valores republicanos e democráticos. Em vão!

Mesmo com a nossa oferta, recebemos informações de que acadêmicos responsáveis pelo evento estavam recebendo ameaças de membros da Aliança Palestina – Recife e de grupos de estudantes, dizendo que haveria protestos, badernas, entre outros tipos de agitações dentro da universidade, caso nosso evento (há um mês agendado e divulgado) fosse realizado.

Vejo sempre eventos sobre o tema palestino contendo apenas uma visão em universidades federais e estaduais. Curiosamente, seus organizadores não convidam organizações que possam explicar o lado de Israel ou a história da região de forma acadêmica sem viés ideológico. Nós, da StandWithUS Brasil, como entidade educacional, jamais nos posicionamos pelo boicote a qualquer desses eventos porém, na democratização dos mesmos, pois estes eventos apresentam sempre apenas uma visão, normalmente deturpada, do que ocorre no Oriente Médio.

No caso específico da palestra marcada para amanhã, na UPE, fizemos o oposto de conclamar a um boicote, convidando o outro lado, propomos diminuir o tempo da minha fala como palestrante para abrir para um debate democrático e respeitoso e, mesmo assim, o evento foi cancelado pela reitoria, alegando “motivos de força maior”, sem ao menos dar uma justificativa adequada à comunidade acadêmica por terem cedido a chantagens.

Friso aqui que em minha exposição, os alunos podem ver mapas, acordos, fronteiras, entender o processo de paz em Oslo, como funciona as decisões de Israel e da Autoridade Palestina bem como outras questões pertinentes à história da região, tal como a fundação de outros países e a questão da segurança. Nesta palestra não há apologia a nenhum crime. Existem, porém, aqueles que precisam pintar uma imagem de radical para conseguirem atingir seus objetivos. Isso é típico de militância: quando não há legitimidade em boicotar alguém, precisam deslegitimar esse alguém. Então a censura funciona. É exatamente isso que estão fazendo.

Entendo que o livre pensar e a pluralidade de ideias precisa ser um bastião da academia. O reitor tem o papel de proteger esse bastião. Infelizmente, não é a primeira vez que palestras minhas são canceladas “por motivos de força maior”, que hoje faço questão de denunciar.

Não irei parar de palestrar. Continuarei lutando por mais educação sobre Oriente Médio no Brasil, mais conhecimento sobre Israel e os conflitos na região e seguirei os ensinamentos do meu avô paterno, que já nos deixou. Seguirei honrado de ser um judeu israelense/brasileiro, protegendo a democracia, a liberdade de expressão e a paz entre os povos.

Respeitosamente,
André Lajst

Posição do movimento Docentes pela Liberdade

O Terça Livre entrou em contato com o representante do movimento Docentes pela Liberdade que escreveu:

ANTISSEMITISMO ACADÊMICO

Há anos, ouvi de um professor federal – de esquerda, naturalmente: “Não gosto de judeus”. Há anos as esquerdas militam abertamente pela Palestina na Academia. Há anos as esquerdas consideram os israelenses “os nazistas dos palestinos”. Há anos essa pregação é difundida nas universidades federais.

Em sua campanha, o presidente Bolsonaro declarou abertamente sua simpatia e apoio a Israel, mais um fato que contrariou a “posição” acadêmica brasileira – o PT não criou em Brasília uma Embaixada do Estado da Palestina, estado que sequer existe?

Logo após sua posse, o ministro Abraham Weintraub foi acusado de “judeu-nazista” por Marcos Cesar Danhoni Neves (professor titular da Universidade Estadual de Maringá), em texto publicado na Revista Fórum.

Pois bem. André Lajst, cientista político, iria palestrar amanhã, 22 de agosto de 2019, na Universidade de Pernambuco. Título de sua exposição: “Os dilemas no processo de paz entre israelenses e palestinos”. Iria. “Por motivos de força maior”, clássica justificativa que nada justifica, a secretária da Assessoria Internacional da Universidade, Jacqueline Oliveira, informou o cancelamento da atividade acadêmica.

Há tempos que inexiste ambiente democrático nas universidades brasileiras. Há tempos que uma simples desconfiança, um carimbo etéreo de infidelidade partidária esquerdista, uma posição contrária a qualquer ato pró-Lula, pró-Dilma – ou defensora da Lava Jato, do ministro Sergio Moro, do presidente Bolsonaro – basta para o professor receber um passaporte para o Inferno. Para a solidão institucional. Para o isolamento existencial.

André Lajst é o novo expurgado. O novo defenestrado. O novo indesejado. O fato é novo, a história não. Assim começa o totalitarismo. Por isso o Docentes pela Liberdade nasceu: para denunciar a intolerância. Para combatê-la. Para acusá-la de intolerante. É preciso que a sociedade brasileira acorde e se conscientize que, sem a possibilidade do contraditório, do debate democrático, do pluralismo de ideias, a democracia começa a morrer. E é triste, é profundamente melancólico que isso esteja ocorrendo justamente com os judeus. Não aprendemos nada com a História? Barbara Tuchmann (1912-1989) já nos ensinou que a marcha da insensatez não morre. Como historiador, medievalista, acuso: combatamos o antissemitismo das esquerdas brasileiras. Eles se apossaram das consciências da juventude brasileira.

Ricardo da Costa
Professor titular do  Departamento de Teoria da Arte e Música (DTAM) da UFES
Acadèmic corresponent a l’estranger da Reial Acadèmia de Bones Lletres de Barcelona

A Universidade de Pernambuco não se manifestou

Tentamos contato com a universidade por telefone e e-mail, mas até o presente não recebemos resposta.

O espaço permanece aberto para que a instituição se manifeste sobre o assunto.

- ban livraria2019 - Grupo antissemita ameaça e Universidade de Pernambuco cancela evento

Publicações recentes

Mais populares

governo-investiga-denuncias-de-incendios-criminosos-na-floresta-amazonica

Governo investiga denúncias de incêndios criminosos na Floresta Amazônica

O presidente Jair Bolsonaro tem recebido denúncias de que incêndios criminosos na Floresta Amazônica podem ter sido causados em reação à suspensão de repasses para organizações não governamentais (ONGs) e também de verbas de países para o Fundo Amazônia, projeto de cooperação internacional para preservação da floresta. A afirmação foi feita pelo porta-voz do governo,…
luis-miranda:-representado-na-procuradoria-geral-da-republica

LUIS MIRANDA: Representado na Procuradoria Geral da República

O documento que foi representado no dia no dia 03 de julho de 2019 na Procuradoria Geral da República, foi endereçado para a Procuradora Raquel Dodge, e traz informações graves que envolvem inúmeras denúncias de vítimas, improbidade administrativa, investidores lesados, advogado ofendido, utilização de assessores parlamentares em atividades pessoais, compradores lesados. A UNIÃO DE DEFESA…
ibama-publica-edital-para-contratar-empresa-que-monitore-desmatamento

Ibama publica edital para contratar empresa que monitore desmatamento

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) lançou nesta quarta-feira (22) edital de chamamento público para empresas especializadas no fornecimento diário por imagens de satélites de alta resolução espacial para geração de alertas diários de indícios de desmatamento. O documento, assinado pelo diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Olivaldi Alves…
karol-eller-comenta-o-caso-da-amazonia

Karol Eller comenta o caso da Amazônia

O p/t é uma escuridão de endoidecer qualquer doido ! Eu decidi que, quando me vejo no escuro faço questão de acender uma lâmpada! Acende a luz!. ¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨ Estadista querido, DR. JUSCELINO KUBITSCHEK DE OLIVEIRA, nossas preces. GRATIDÃO! ( 22 Agosto -data falecimento).
embaixador-brasileiro-defende-liberdade-religiosa-na-onu

Embaixador brasileiro defende liberdade religiosa na ONU

Nestor Forster agradeceu Polônia e destacou ministros brasileiros como defensores da liberdade religiosa O embaixador brasileiro nos Estados Unidos, Nestor Forster, falou hoje (22/8) ao Conselho Económico e Social das Nações Unidas (ECOSOC) sobre a importância da liberdade religiosa no mundo. Forster agradeceu ao governo da Polônia destacando o Ministro das Relações Exteriores Jacek Czaputowicz,…