5 coisas que a Uber apresentou, mas ainda não vão vir para o Brasil

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A essa altura, já falamos bastante do último grande evento da Uber em que anunciaram linhas de ônibus na versão brasileira do app e as novas ambições da empresa. . Mas além disso, filtramos novos produtos que só devem chegar por aqui depois desse ano.


Para saber o que você pode colocar no seu radar, Tilt te traz cinco detalhes que só devem pintar a partir de 2020 no serviço brasileiro da Uber, mas prometem fazer a diferença na sua experiência.

1) Uber Pass: fidelização

O app de entregas Rappi tem um serviço por assinatura que te dá certas vantagens. De olho nisso e aproveitando a recriação de sua interface, a Uber revelou o Uber Pass, um serviço de assinatura que custará US$ 25 mensais.

Quem pagar isso terá como benefícios a isenção no pagamento da tarifa dinâmica das corridas, poderá usar ilimitadamente as patinetes e bicicletas da Jump (serviço que ainda pode chegar ao Brasil em 2019) e garantirá entregas de graça no Uber Eats.

2) Melhorias para motoristas

Para tornar mais eficiente e rentável o trabalho dos motoristas, a Uber apresentou melhorias para os momentos de navegação sem passageiros. O “mapa de calor” que mostra as regiões com mais demanda de corridas foi aprimorado. Combinado com um algoritmo que prevê onde novas corridas serão pedidas, a tendência é que motoristas fiquem menos tempo ocioso circulando pelas ruas e gastando combustível.

A companhia também mostrou ferramentas para estimar quantas horas de trabalho serão necessárias para tirar uma determinada quantidade de dinheiro e quais eventos movimentados ocorrerão em determinada região. O objetivo é que os motoristas tenham como planejar seus dias de uma maneira melhor.

3) Mais segurança para todos

Fora uma novidade para ciclistas, o evento não trouxe novidades de segurança com data para chegar no Brasil. Mas a empresa apresentou novos recursos que eventualmente devem chegar aqui —o quanto antes, segundo o vice-presidente de produto Manik Gupta.

Para o motorista, há uma nova forma de confirmar se o passageiro que entrou no carro é o certo: a partir de uma troca de senhas. A empresa trabalha para que isso ocorra automaticamente, com troca de sinais ultrassônicos entre celulares.

Passageiros americanos, por sua vez, poderão se comunicar com a polícia local por meio de mensagens SMS, caso sintam algo estranho durante a viagem e queiram acionar o serviço de segurança com discrição.

Eventualmente eles também terão a garantia que o motorista que está dirigindo é mesmo o que o aplicativo mostra, pois o “check-in” com reconhecimento facial exigido para os motoristas exigirá que o mesmo movimente o rosto, dificultando que o sistema seja enganado com, por exemplo, uma foto.

4) Novo modelo de bicicleta elétrica

As bicicletas da Jump ainda são esperadas no Brasil para este ano, mas a empresa não garante que trará o serviço para São Paulo até o final de dezembro. Enquanto isso, nos Estados Unidos, as bicicletas elétricas chegaram à segunda geração.

Enquanto a primeira tinha uma bateria acoplada dentro da estrutura metálica do veículo, a nova terá uma bateria removível. Isso permitirá que as bikes continuem nas ruas com uma simples troca de bateria, sem a necessidade de recolhimento para carregamento. A empresa desenhou uma espécie de armários em que os usuários poderão colocar as baterias gastas e pegar uma que esteja com carga completa para sair pedalando pelas cidades.

5) Transporte de helicóptero

Enquanto trabalha em seu projeto de “carros voadores”, a Uber já testa como será a logística do serviço em Nova York. Desde a última semana, qualquer um pode utilizar o Uber Copter, um táxi aéreo que sai da ilha de Manhattan e chega em oito minutos ao aeroporto internacional JFK, o mais importante da cidade.

O preço? Salgados US$ 200, que podem salvar atrasados de um voo perdido.

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*O jornalista viajou a convite da Uber